Arquivo do blog

domingo, 6 de agosto de 2023

Tonificador muscular: realmente funciona?

O tonificador muscular é uma opção para quem quer músculos mais definidos sem muito esforço Conseguir definição muscular sem ter que ir à academia ou fazer exercícios? Essa é a promessa do tonificador muscular, um aparelho revolucionário para queima de gordura e definição muscular. Mas essa definição faz muita gente se perguntar: o tonificador muscular funciona mesmo? Para responder se o tonificador muscular funciona, reunimos aqui informações sobre os principais e mais modernos métodos de tonificação muscular. O que é um tonificador muscular? Antes de saber se o tonificador muscular funciona, é importante entender como a tonificação muscular acontece. O pulso elétrico emitido pelo tonificador muscular funciona como uma maneira de contrair os músculos do corpo, que são estimulados por eletrodos grudados na região que se pretende tonificar. Assim que o aparelho começa a funcionar, a contração e o relaxamento involuntário dos músculos fazem com que ocorra a tonificação e ganho de resistência e força muscular. É possível escolher a região do corpo que será trabalhada pelo aparelho. O tonificador muscular funciona para músculos do abdômen, dos braços, das pernas e de qualquer outra região muscular. Tonificador muscular: realmente funciona? Regulamentado pela ANVISA, o tonificador muscular funciona sim e é uma boa alternativa para pessoas que não têm muito tempo para se exercitar ou buscam por uma definição muscular mais rápida. É importante dizer que o tonificador muscular não substitui a musculação ou os exercícios físicos, já que possui estímulos diferentes desses hábitos saudáveis de vida, mas ele tem o poder de complementar e intensificar os resultados dos exercícios físicos. A indicação do tonificador muscular deve ser feita de acordo com as necessidades de cada pessoa. Só um médico dermatologista será capaz de indicar o número de sessões necessárias ou profissional especializado no assunto, fazer a avaliação correta e ajustar o aparelho que será utilizado. A avaliação médica é fundamental também para entender se o paciente pode receber as sessões de tonificação muscular sem desencadear nenhum problema de saúde. Saiba mais sobre a tecnologia de Emsculpt ® para tonificar músculos, agendando uma consulta!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

MUSCULAÇÃO NA FASE NEGATIVA - RESULTADOS MUITO POSITIVOS



(PARTE 1)

ESTE TRREINAMENTO FORÇADO À BASE DE REPETIÇÕES EXCÊNTRICAS E UNILATERAIS GARANTIRÁ MAIS FORÇA E VOLUME MUSCULAR NO PERÍODO DE 3 SEMANAS!

"Na descida, todo santo ajuda". Será que este velho ditado será o mesmo para após este treinamento? Para garantir a força e volume muscular, é preciso mais do que transpirar na academia, é necessário "castigar-se" na sala de musculação para obter os resultados esperados. No entanto, é necessário respeitar os limites do seu corpo e treinar com seguração, realizando uma correta técnica de execução.

Não estou falando de um treinamento intenso e, sim, de um treinamento muito duro. Sua ação consistirá em executar repetições negativas com 150% da carga máxima (1RM), de um modo bem concentrado.

O treinamento excêntrico implica em enfatizar a fased negativa da repetição (quando ocorre alongamento do músculo, também conhecido como fase excêntrica) diminuindo a velocidade do movimento nesta fase. Enquanto isso, a fease concêntrica do exercício (quando o musculo se encurta) dependerá de uma ação forçada para sua execução. Alguns estudos têm demonstrado que o treino negativo induz a microtraumas nas fibrs musculares que estimulam o corpo a repará-las e fazer com que cresçcam e se fortaleçam mais do que anteriormente.

Como a proposta é mudar a rotina de treinamento e oferecer uma nova maneira de treinar para se alcançãr hipertrofia, vocês deve estar se perguntando: eu já pratiquei treinamento excêntrico, então, qual será a novidade? Agora eu te pergunto já realizou este treino de maneira unilateral? Ainda não! Aí está! Um treino excêntrico realizado unilateralmente.

Com este execução, você poderá utilizar o outro membro como vigilância para o exercício ou para auxiliar na execução do movimento na fase concêntrica. Ou então, treinar junto com um companheiro de academia para acompanhar a execução dos exercícios. Por exemplo, o supino executado no Smith ou na máquina de supino: um braço fará a parte negativa do movimento utilizando-se uma sobrecarga maior do que poderia ser levantada.

Uma vez no final do movimento, o outro braço entra em ação para realizar a parte concêntrica. Lembre-se de que você estará utilizando uma carga impossível de ser levantada com apenas um braço. Isso representará mais do que um simples esforço!

Daqui uns dias continuarei esta matéria muito interessante!
Vc leitor envie suas dúvidas ou sobre o que vc gostaria de ler neste blog!
Prof. Maurelio Roque Cosendey

sábado, 2 de outubro de 2010

CICLISMO



O ciclismo é um esporte prático, fácil e que te coloca em forma. Além disso ele possui diversas modalidades. Seja na rua, na ergométrica ou no spinning ele vem trazendo inúmeros adeptos.

LAERTE SAPUCAHY - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: “Atividade não é por uma estação, não é pro verão, não é para um final de semana, então a gente tem que ter consciência que a gente não vai de uma forma saudável emagrecer por um final de semana.”
Pedalar te dá disposição e vontade, mas não esqueça que esporter não é para um dia e sim para a vida toda. Então siga os conselhos do Dr. Luiz Fernando.

LUIZ FERNANDO DE MEDEIROS - ORTOPEDISTA: “Primeira dica é faça exercício, mexa-se, pratique um esporte seja ele qual for. Segundo se você vai praticar exercício ou esporte obviamente consulte seu médico, consulte o seu ortopedista, procure o profissional que faça um planejamento do seu treinamento. Isso também obvio que é importante, equipamento é uma coisa importante. Quando eu falo equipamente obviamente eu falo em tênis adequado, em roupas adequadas, em material adequado. Alongue-se antes de todo e qualquer exercício seja o ciclismo ou seja a corrida, o alongamento é uma chave para manutenção do seu sucesso e finalmente faça exercícios.”
Então se você quer dar aquela secada pedale sim, mas não se esqueça que a postura é muito importante.

LUIZ FERNANDO DE MEDEIROS - ORTOPEDISTA: “Você deve evitar uma flexão forçada acima de noventa graus do joelho, deve evitar uma extenção forçada próxima de zero grau do joelho, ta certo. A posição em relação ao banco, não ficar nem muito alto nem muito baixo, o guidon não deve ficar tão distante pra evitar que você faça uma flexão forçada da coluna basicamente estes cuidados serão suficientes para manter a sua forma e sem judiar, sem prejudicar as suas articulações e a sua coluna.”
Mas é claro que pedalar ao ar livre é gostoso, agradável e faz você apreciar toda beleza natural que a cidade oferece, porém não deixe de tomar alguns cuidados.

LAERTE SAPUCAHY - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: “Saber se a bicicleta está em condições porque a gente vê que está aqui na praia passa uma pessoa na bicicleta do filho, a bicicleta é muito pequena pro tamanho da pessoa, ou então a pessoa está um pouco acima do peso e não colocou um banquinho, não colocou uma bermuda adequada, então tudo aquilo vai julgar contra o melhor desencolvimento não só do lazer mas também do aprimoramento físico dessa pessoa.”
Como já falamos o ciclismo tem algumas variedades e uma delas é o spinning que foi criado em 1995 nos Estados Unidos pelo sulafricano Jonatan Gutembertg, mais conhecido como Johnny G. Isso para atender suas necessidades de treinamento sem ser afetado pelas condições climáticas, e para ficar mais próximo de sua mulher que estava grávida.

LAERTE SAPUCAHY - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: “Ele desenvolveu essa bicicleta na sua própria garagem para poder aprimorar os treinamentos, ele passou a obter mais sucesso na prova que ele tava treinando, quando ele passo a ter um controle maior das intensidades físicas, monitoramento cardíaco uma empresa se interessou pelo projeto dele, começou a monitorar a intensidade de esforço e começou a ser comercializada”
A prática do spinning traz para dentro das academias condições perfeitas para o seu treino, além de chamar aqueles preguiçosos que precisam de alguém para estimular.

POVO FALA
1 – “Você numa aula com bastante gente você acaba tendo mais força, você acaba queimando mais do que você treinando sozinha”
2 – “O lado motivacional, o lado de você se concentrar mais o lado de você estar focado em uma atividade”
3 – “Além de ser um fator de integração social muito grande, você consegue benefícios e uma motivação maior quando você está treinando em grupo a você estar treinando sozinho”
Já que estamos falando de ciclismo é bom desmentir aquela história que fazer esta atividade todos os dias traz problemas aos joelhos.

LUIZ FERNANDO DE MEDEIROS - ORTOPEDISTA: “Não há nenhuma base pra você afirmar que você poderia trazer um grande prejuízo ou um pequeno prejuízo para o seu joelho em relação ao ciclismo. Você pode ter alguma dor na coluna, alguma dor em relação ao cóxis por ficar muito tempo sentado, mas em relação ao joelho jamais isso realmente me parece muito mais um mito do que outra coisa qualquer até porque se você pensar, uma das formas de você recuperar joelhos operados, uma das formas de você ganhar musculatura da coxa para não sobrecarregar o joelho é justamente você trabalhar na bicicleta”

Fonte: Site do corpo perfeito / http://www.corpoperfeito.com.br/videos/video.aspx?cid=1&vid=59

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Como acontece a contração muscular!



Para podermos entender a fisiologia e o mecanismo da fisiologia da contração muscular, devemos saber como é a estrutura do músculo esquelético.

Os músculos esqueléticos são compostos de fibras musculares que são organizadas em feixes, chamados de fascículos. Os miofilamentos compreendem as miofibrilas, que por sua vez são agrupadas juntas para formar as fibras musculares. Cada fibra possui uma cobertura ou membrana, o sarcolema, e é composta de uma substância semelhante a gelatina, sarcoplasma. Centenas de miofibrilas contráteis e outras estruturas importantes, tais como as mitocôndrias e o retículo sarcoplasmático, estão inclusas no sarcoplasma. A miofibrila contrátil é composta de unidades, e cada unidade é denominada um sarcômero. Cada miofibrila, contém muitos miofilamentos. Os miofilamentos são fios finos de duas moléculas de proteínas, actina(filamentos finos) e miosina (filamentos grossos).


A fisiologia da contração muscular explica os fatores físicos e químicos responsáveis pela origem, desenvolvimento e continuação de qualquer tipo de vida. Na fisiologia humana, é explicado as características e mecanismos específicos do corpo humano, que o fazem ser um ser vivo. O próprio fato de que permanecemos vivos está quase além do nosso controle, pois a fome nos faz procurar alimento e o medo nos faz buscar refúgio. As sensações de frio nos fazem procurar calor e outras forças nos impelem a procurar companhia e nos reproduzir. Assim, o ser humano é, na verdade um autônomo e o fato de sermos organismos com sensações, sentimentos e conhecimento é parte dessa seqüência automática da vida; esses atributos especiais nos permitem viver sob condições extremamente variadas que, de outra forma, tornariam a vida impossível.

A a fisiologia da contração muscular ocorre por várias etapas e, do estímulo da contração muscular até a sua execução, as etapas são as seguintes:

1) Um potencial de ação trafega ao longo de um nervo motor até suas terminações nas fibras musculares;

2) Em cada terminação, o nervo secreta uma pequena quantidade de substância neurotransmissora, a acetilcolina;

3) Essa acetilcolina atua sobre uma área localizada na membrana da fibra muscular, abrindo numerosos canais acetilcolina-dependentes dentro de moléculas protéicas na membrana da fibra muscular;

4) A abertura destes canais permite que uma grande quantidade de íons sódio flua para dentro da membrana da fibra muscular no ponto terminal neural. Isso desencadeia potencial de ação na fibra muscular;

5) O potencial de ação cursa ao longo da membrana da fibra muscular da mesma forma como o potencial de ação cursa pelas membranas neurais;

6) O potencial de ação despolariza a membrana da fibra muscular e também passa para profundidade da fibra muscular, onde o faz com que o retículo sarcoplasmático libere para as miofibrilas grande quantidade de íons cálcio, que estavam armazenados no interior do retículo sarcoplasmático;

7) Os íons cálcio provocam grandes forças atrativas entre os filamentos de actina e miosina, fazendo com que eles deslizem entre si, o que constitui o processo contrátil;

8) Após fração de segundo, os íons cálcio são bombeados de volta para o retículo sarcoplasmático, onde permanecem armazenados até que um novo potencial de ação chegue; essa remoção dos íons cálcio da vizinhança das miofibrilas põe fim à contração.


O mecanismo da contração muscular será demonstrado a teoria dos filamentos deslizantes, uma série de hipóteses é admitida para explicar como os filamentos deslizantes desenvolvem tensão e encurtam-se, uma delas é a seguinte:

1) Com o sítio de ligação de ATP livre, a miosina se liga fortemente a actina;

2) Quando uma molécula de ATP se liga a miosina, a conformação da miosina e o sítio de ligação se tornam instáveis liberando a actina;

3) Quando a miosina libera a actina, o ATP é parcialmente hidrolizado (transformando-se em ADP) e a cabeça da miosina inclina-se para frente;

4) A religação com a actina provoca a liberação do ADP e a cabeça da miosina se altera novamente voltando a posição de início, pronta para mais um ciclo.

Fonte: Grupo Salgado

ACESSE ESTES LINKS E VEJA OS VÍDEOS EXPLICANDO MAIS SOBRE A CONTRAÇÃO MUSCULAR!

http://www.youtube.com/watch?v=cIY22fO9A6o

http://www.youtube.com/watch?v=Klq_6JaTBBs

http://www.youtube.com/watch?v=mcw6WDuU6Ww

http://www.youtube.com/watch?v=UNQwzkjrjN0

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

COMO ELABORAR UM PROJETO!



Bom pessoal desculpe-me por ter "sumido" do blog tive uns contratempos. Para compensar minha ausência venho demonstrar um pouco como elaborar um projeto, isso vale para qualquer área!

“ Projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coordenadas, com o fim de alcançar objetivos específicos dentro dos limites de um orçamento e de um período de tempo dados”. ( PROCHONW, Schaffer, 1999 apud ONU, 1984)

Formulação de projetos

Um projeto surge em resposta a um problema concreto. Elaborar um projeto é, antes de mais nada, contribuir para a solução de problemas, transformando IDÉIAS em AÇÕES.

O documento chamado projeto é o resultado obtido ao se “projetar” no papel tudo o que é necessário para o desenvolvimento de um conjunto de atividades a serem executadas: quais são os objetivos, que meios serão utilizados para atingi-los, quais recursos serão necessários, onde serão obtidos e como serão avaliados os resultados.

A organização do projeto em um documento nos auxilia sistematizar o trabalho em etapas a serem cumpridas, compartilhar a imagem do que se quer alcançar, identificar as principais deficiências, a superar e apontar possíveis falhas durante a execução das atividades previstas.

Alguns itens devem ser observados na formulação de projetos:

- Estabelecimento correto do problema - deve ser significante em relação aos fatores de sucesso no negócio; deve ter dimensão administrável; deve ser mensurável.

- Identificação das pessoas e instituições a quem afeta resolver o problema, buscando criar vínculos com os mesmos desde o início do projeto;

- Busca adequada de fontes de financiamento.

Roteiro básico para apresentação de projetos



Os principais itens que compõem a apresentação de um projeto relacionam-se de forma bastante orgânica, de modo que o desenvolvimento de uma etapa necessariamente leva à outra.

Apresentação de um projeto deve conter os seguintes itens:

a) Título do projeto

Deve dar uma idéia clara e concisa do(s) objetivo(s) do projeto.

b) Caracterização do problema e justificativa

A elaboração de um projeto se dá introduzindo o que pretendemos resolver, ou transformar. De suma importância, geralmente é um dos elementos que contribui mais diretamente na aprovação do projeto pela(s) entidade(s) financiadora(s).

Aqui deve ficar claro que o projeto é uma resposta a um determinado problema percebido e identificado pela comunidade ou pela entidade proponente.

Deve descrever com detalhes a região onde vai ser implantado o projeto, o diagnóstico do problema que o projeto se propõe a solucionar, a descrição dos antecedentes do problema, relatando os esforços já realizados ou em curso para resolve-lo.

A justificativa deve apresentar respostas a questão POR QUE?
Por que executar o projeto? Por que ele deve ser aprovado e implementado?

Algumas perguntas que podem ajudar a responder esta questão:

-Qual a importância desse problema/questão para a comunidade?

-Existem outros projetos semelhantes sendo desenvolvidos nessa região ou nessa temática?

-Qual a possível relação e atividades semelhantes ou complementares entre eles e o projeto proposto?

-Quais os benefícios econômicos, sociais e ambientais a serem alcançados pela comunidade e os resultados para a região?

c) Objetivos

A especificação do objetivo responde as questões: PARA QUE? e PARA QUEM?

A formulação do objetivo de um projeto pode considerar de alguma maneira a reformulação futura, positiva das atuais condições negativas do problema.

Os objetivos devem ser formulados sempre como a solução de um problema e o aproveitamento de uma oportunidade. Estes objetivos são mais genéricos e não podem ser assegurados somente pelo sucesso do projeto, dependem de outras condicionantes.

É importante distinguir dois tipos de objetivos:

- Objetivo Geral: Corresponde ao produto final que o projeto quer atingir. Deve expressar o que se quer alcançar na região a longo prazo, ultrapassando inclusive o tempo de duração do projeto. O projeto não pode ser visto como fim em si mesmo, mas como um meio para alcançar um fim maior.

- Objetivos específicos: Corresponde às ações que se propõe a executar dentro de um determinado período de tempo. Também podem ser chamados de resultados esperados e devem se realizar até o final do projeto.

d) Metas

A metas, que muitas vezes são confundidas com os objetivos específicos, são os resultados parciais a serem atingidos e neste caso podem e devem ser bastante concretos expressando quantidades e qualidades dos objetivos, ou QUANTO será feito. A definição de metas com elementos quantitativos e qualitativos é conveniente para avaliar os avanços.

Ao escrevermos uma meta, devemos nos perguntar: o que queremos? Para que o queremos? Quando o queremos?

Quando a meta se refere a um determinado setor da população ou a um determinado tipo de organização, devemos descreve-los adequadamente. Por exemplo, devemos informar a quantidade de pessoas que queremos atingir, o sexo, a idade e outras informações que esclareçam a quem estamos nos referindo.

Cada objetivo específico deve ter uma ou mais metas. Quanto melhor dimensionada estiver uma meta, mais fácil será definir os indicadores que permitirão evidenciar seu alcance.

Nem todas as instituições financiadoras exigem a descrição de objetivos específicos e metas separadamente. Algumas exigem uma forma ou outra.



e) Metodologia

A metodologia deve descrever as formas e técnicas que serão utilizadas para executar o projeto.

A especificação da metodologia do projeto é a que abrange número de itens, pois responde, a um só tempo, as questões COMO? COM QUE? ONDE? QUANTO?

A Metodologia deve corresponder às seguintes questões:

a) Como o projeto vai atingir seus objetivos?

b) Como começarão as atividades?

c) Como serão coordenadas e gerenciadas as atividades?

d) Como e em que momentos haverá a participação e envolvimento direto do grupo social?

Deve se descrever o tipo de atuação a ser desenvolvida: pesquisa, diagnóstico, intervenção ou outras; que procedimentos (métodos, técnicas e instrumentos, etc.) serão adotados e como será sua avaliação e divulgação.

É importante pesquisar metodologias que foram empregadas em projetos semelhantes, verificando sua aplicabilidade e deficiências, e é sempre oportuno mencionar as referências bibliográficas.

Um projeto pode ser considerado bem elaborado quando tem metodologia bem definida e clara. É a metodologia que vai dar aos avaliadores/pareceristas, a certeza de que os objetivos do projeto realmente tem condições de serem alcançados. Portanto este item deve merecer atenção especial por parte das instituições que elaborarem projetos.

Uma boa metodologia prevê três pontos fundamentais: a gestão participativa, o acompanhamento técnico sistemático e continuado e o desenvolvimento de ações de disseminação de informações e de conhecimentos entre a população envolvida.



f) Cronograma

O cronograma responde a pergunta QUANDO?

Os projetos, como já foi comentado, são temporalmente bem definidos quando possuem datas de início e término preestabelecidas. As atividades que serão desenvolvidas devem se inserir neste lapso de tempo.

O cronograma é a disposição gráfica das épocas em que as atividades vão se dar e permite uma rápida visualização da seqüência em que devem acontecer.



g) Orçamento

Respondendo à questão COM QUANTO? O orçamento é um resumo ou cronograma financeiro do projeto, no qual se indica como o que e quando serão gastos os recursos e de que fontes virão os recursos. Facilmente pode-se observar que existem diferentes tipos de despesas que podem ser agrupadas de forma homogênea como por exemplo: material de consumo; custos administrativos, equipe permanente; serviços de terceiros; diárias e hospedagem; veículos, máquinas e equipamentos; obras e instalações.

No orçamento as despesas devem ser descritas de forma agrupada, no entanto, as organizações financiadoras exigem que se faça uma descrição detalhada de todos os custos, que é chamada memória de cálculo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

O PARADOXO DAS LUTAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR



Dos limites e possibilidades de ensinar lutas na educação física escolar.
Muitas vezes as lutas estão associadas ao contexto de violência. Isso ocorre porque a violência tornou-se também fonte de consumo! A violência gera audiência de telespectadores, vende produtos e, com isto, gera dinheiro! A violência tornou-se rentável! A mídia é um dos principais veículos de associação entre a luta e a violência, o que não quer dizer também que não haja outros motivos para deturpação da verdadeira essência das lutas. Muitos adeptos das lutas, por exemplo, utilizam este conhecimento de maneira inadequada e assim, contribuem também para que esta relação entre lutas e violência seja bastante difundida socialmente. Entretanto, acreditamos em uma concepção de luta que num determinado contexto pedagógico, influencia positivamente na formação do caráter e na personalidade dos sujeitos. Pois, mais do que agredir ou ferir, a luta compõe um caminho para atingir a harmonia consigo mesmo, o que representa a idéia de aprender a lutar para não brigar! Embora com muita freqüência se ignorem ou se menosprezem por inteiro estas raízes, a dimensão ética da formação pessoal e do desenvolvimento espiritual constitui a essência do aprendizado de uma luta. Como diz Reid & Croucher (1983) “(...) o surgimento de uma arte marcial não depende somente da prática de certos movimentos e da capacidade de resistir a provações físicas. As artes marciais também têm um conteúdo intelectual e um sistema de valores.” (Reid & Croucher, 1983, p.29).
Outra relação emblemática diz respeito a historicidade das lutas, pois as práticas
corporais trazem consigo a sua história e tendem a carregar os sentidos e significados do seu contexto de origem. Neste sentido, há nas lutas uma memória que está imbricada a necessidade de utilização de técnicas combativas para sobrevivência. Reid & Croucher (1983) atribuem como uma das necessidades das lutas em tempos remotos a guerra entre tribos diferentes, o que significa que a sua finalidade era quase sempre para combates até a morte. Assim, é possível perceber nas lutas a possibilidade de embate físico como forma de sobrepujar o outro, nesse sentido é uma ‘arma’ corporal. Então, se há no contexto histórico das lutas o seu emprego para fins de agressão corporal, qual o impacto dessa historicidade no processo de aprendizado de uma luta na atualidade?
Reid & Croucher (1983) dizem que “séries planejadas de movimentos podem ser
praticadas entre parceiros, mas a verdadeira arte é tão imprevisível e perigosa que não pode ser praticada.” (Reid & Croucher, 1983, p.21). Por isso, temos que pensar como pode ser as lutas na educação física escolar no contexto educacional e ético de nossa época. As lutas compõem parte do cabedal de conhecimentos da cultura corporal que segundo Coletivo de Autores (1992) é o:
(...) acervo de formas de representação do mundo que o homem tem produzido no
decorrer de sua história, exteriorizadas pela expressão corporal: jogos, danças, lutas, exercícios ginásticos, esporte, malabarismo, contorcionismo, mímica e outros, que podem ser identificados como formas de representação simbólica de realidades vividas pelo homem, historicamente criadas e culturalmente desenvolvidas. (grifo nosso) (Coletivo de Autores, 1992, p.38).
Mas de quais lutas estamos discorrendo? A educação física deve tematizar as lutas em um contexto ampliado deste conhecimento ou lidar com as modalidades tais como o judô, jiu-jitsu, esgrima, capoeira etc.? Segundo os PCN’s de educação física (1998): As lutas são disputas em que o(s) oponente(s) deve(m) ser subjugado(s), mediante técnicas e estratégias de desequilíbrio, contusões, imobilização ou exclusão de um determinado espaço na combinação de ações de ataque e defesa. Caracterizam-se por uma regulamentação específica, a fim de punir atitudes de violência e de deslealdade. Podem ser citados exemplos de lutas desde brincadeiras de cabo-de-guerra e braço-de-ferro até práticas mais complexas da capoeira, do judô e do caratê. (PCN’s, 1998, p.70)
A combinação feita pelos parâmetros curriculares nacionais do conceito de lutas ao de
brincadeira, apesar de imprecisa, infere a necessidade do(a) professor(a) de educação física escolar se apropriar deste conhecimento para além dos aspectos peculiares das lutas definidas como mais complexas.
Segundo Carreiro (2005) não é função da educação física escolar a preparação exímia de lutadores. Da mesma forma, também nos cursos de formação de professores(as) de educação física o que se espera é a preparação para atuação como educador e não como um lutador profissional! Neste sentido, pensamos que a educação física escolar ao tematizar as lutas, precisa necessariamente lidar com esse conhecimento de maneira particular e diferente do que ocorre nos campos específicos dessas práticas. Segundo Carreiro (2005): “(...) as lutas tiveram ao longo da história um desenvolvimento independente do contexto da Educação Física escolar. Assim, é necessário ressignificar as lutas para que elas possam contribuir com os objetivos do componente escolar.” (Carreiro, 2005, p.249).
Alguns apontamentos para a prática pedagógica em lutas. Em nossa proposta, procuramos tematizar teorias e experiências corporais das lutas. Reunimos
elementos pedagógicos que englobam as diversas modalidades de lutas, ou seja, princípios comuns que dizem respeito, por exemplo, ao judô, karatê, kung-fu, tae kwon do, capoeira etc. Assim, sugere-se uma abordagem ampliada de questões pertinentes ao contexto das diferentes lutas tais como a violência, a esportivização, a influência das diferentes mídias etc. No âmbito das técnicas corporais sintetizamos elementos que acreditamos pertencer às diversas lutas de matriz oriental e também a capoeira, prática corporal de origem afro-brasileira.
Apresentamos um quadro que acreditamos sintetizar algumas particularidades das lutas de matriz oriental e da capoeira e que também pode ser utilizado como um elemento norteador do planejamento pedagógico em educação física escolar:
Para além de técnicas corporais específicas por modalidade, buscamos criar e vivenciar relações de oposição ou diálogo corporal que podem ocorrer entre dois ou mais sujeitos, entre o sujeito e outro imaginário ou ainda entre o sujeito e algum elemento ou equipamento. Na capoeira, o diálogo corporal ocorre ritmado por determinada musicalidade, em que se busca a ocupação do espaço vazio do outro através da inversão corporal ou o que Bakthin (2002) denominou de ‘destronamentocarnavalesco’5. De maneira diferente, mas não em completa oposição à capoeira, as lutas de matriz oriental buscam a oposição corporal que normalmente se pauta na busca do equilíbrio, da concentração e de técnicas que visam o contato corporal seja para golpear, agarrar, torcer, imobilizar, deslocar ou projetar o outro. Tais características diversas podem se relacionar com as particularidades históricas e culturais das quais advêm essas práticas, ou seja, a cultura oriental e a cultura afrobrasileira. Afinal, as lutas surgem e manifestam-se segundo parâmetros da sua sociedade, da sua cultura, do seu tempo. Como diz Daolio (2001) “Quando tentamos definir uma certa sociedade com base em seu comportamento corporal, estamos o tempo todo falando de sua cultura, expressa nocorpo e pelo corpo.” (Daolio, 2001, p.32).
É claro que os parâmetros apresentados no quadro não são imutáveis e nem deixam de se
constituir de outras formas... O quadro propõe-se apenas a apresentar alguns princípios que podem contribuir na reflexão a respeito do ensino das lutas para além das técnicas das modalidades específicas. A idéia do quadro é sintetizar uma compreensão das lutas como práticas que possuem princípios comuns e, através disso, buscar uma metodologia que auxilie no déficit de conhecimentos e habilidades específicas de cada modalidade de luta. Também é preciso distinguir as lutas de uma briga. Neste sentido, a noção de harmonia entre os sujeitos é fundamental, pois apesar das lutas proporem a contraposição ou diálogo de forças entre os sujeitos, esta relação é necessariamente permeada de harmonia, caso contrário, se trata mais de uma briga e de um conflito que não tem fins pedagógicos. Logo, não merece ser objeto de transmissão de conhecimento na escola.
Conclusões Provisórias:
Assim, estamos compreendendo que cabe a educação física escolar, como
componente curricular da escola, contribuir para a totalidade da formação humana, a partir daquilo que lhe é específico e peculiar: o ensino da cultura corporal de movimento, expressa hoje, na forma de jogos, esportes, danças, lutas, ginásticas, capoeiras etc.
Acreditamos que há uma lacuna na educação física escolar no que diz respeito ao conhecimento das lutas e que há muito por ser feito nesta relação através do aprimoramento da formação profissional em educação física e da discussão de elementos inerentes ao contexto das lutas e de sua pedagogização no âmbito da educação física escolar. É preciso superar estas resistências, pois as lutas são um patrimônio construído historicamente pelos seres humanos e como diz Forquin (1993), é papel da escola transmitir e perpetuar a experiência humana considerada cultura.

Fonte:Gilbert de Oliveira Santos, Congresso Paulistano de Educação Física Escolar, 2009.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Ginástica laboral como estímulo à prática de atividade física regularmente


A ginástica laboral tem sido implementada largamente em empresas dos mais variados segmentos, com o objetivo de prevenir as disfunções osteomusculares relacionadas ao trabalho – LER/DORT.

Os resultados são alcançados quando os programas de ginástica laboral são realizados com acompanhamento profissional, buscando sempre adequar as aividades às características do grupo de trabalhadores em questão, com seriedade e conhecimento. Também é importante que a empresa contratante se interesse pelo programa, acompanhando a execução e resultados alcançados, bem como cobrando da empresa qualidade nos serviços.

Serviços de ginástica laboral realizados por profissionais qualificados e capacitados, promovem uma melhora qualidade de vida dos colaboradores, evitando que adoeçam, e ainda melhoram a produtividade e lucratividade da empresa. Isso ocorre porque diminuem os gastos com despesas médicas, diminui o absenteísmo e também o presenteísmo, no caso de colaboradores que pouco produzem por estarem doentes.

Em tempo, profissionais no comando de programas de ginástica laboral podem influenciar positivamente seus colaboradores a aderirem à prática regular de exercícios físicos. Com isso, podem inclusive reduzir os índices de obesidades, hipertesão arterial, dislipidemias e outras doenças que podem acompanhar o sedentarismo.

Caminhadas orientadas, grupos de corrida, esportes coletivos, campeonatos esportivos e outras atividades podem ser incorporadas ao calendário da empresa, traduzindo-se em melhora na qualidade de vida de todos.
Invista em um programa de prevenção de Ler/Dort e promova a qualidade de vida dos seus colaboradores.

Esse investimento se traduz na melhora da produtividade, influenciando também a lucratividade da sua empresa!